Como calcular e investir o custo das assinaturas mensais
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Descubra como identificar e classificar seus gastos em assinaturas e saiba como o Cofrinho Bmg pode proteger seu dinheiro!
Manter as finanças em dia vai além de apenas anotar o que você ganha e o que gasta. Para organizar o seu orçamento e ver seu dinheiro crescer, o primeiro passo é entender a diferença entre os gastos que se repetem todos os meses e aqueles que aparecem de vez em quando.
Muitas vezes, pequenos valores de assinaturas e mensalidades passam despercebidos, mas, ao final de um ano, eles representam um valor que poderia estar rendendo na sua conta.
A seguir, veja como você pode identificar esses custos e usar as ferramentas do Bmg para transformar essa economia em segurança para o seu futuro. Boa leitura!
O que define despesas recorrentes e não recorrentes?
A organização financeira começa com a separação correta dos seus gastos. Sem essa clareza, fica difícil prever quanto do seu dinheiro sobrará para investir ou para formar sua reserva de emergência.
É necessário entender que cada categoria de gasto exige uma atenção diferente. Confira a diferença a seguir:
Gastos recorrentes
As despesas recorrentes são aquelas que fazem parte da sua vida e se repetem todos os meses. Elas são previsíveis, o que facilita o planejamento, mas também podem esconder pequenos "vazamentos" de dinheiro. Exemplos comuns são:
• Contas da casa: aluguel, condomínio, planos de internet e mensalidades de cursos
• Serviços de assinatura: aplicativos de filmes, música, academias e clubes de compras
O perigo desses gastos está no modelo de cobrança automática. Como o valor sai direto do cartão ou da conta, muitas vezes paramos de avaliar se aquele serviço ainda é útil para a nossa rotina.
Despesas não recorrentes
Já as despesas não recorrentes são aquelas que ocorrem de forma isolada, sazonal ou inesperada. Elas não têm uma frequência mensal fixa, o que exige que você tenha uma reserva para lidar com elas sem precisar de empréstimos. Alguns exemplos:
• Contas anuais: impostos como IPTU e IPVA, ou a matrícula escolar no início do ano
• Imprevistos do dia a dia: conserto de um eletrodoméstico, manutenção no carro ou despesa médica de emergência
Para lidar com esses eventos sem desequilibrar o orçamento, é indispensável contar com uma reserva de emergência bem planejada.
→ Leia também: Como organizar as finanças? Veja 5 dicas
O impacto das assinaturas "invisíveis" no seu orçamento
O modelo de assinaturas digitais facilitou o acesso a muitos serviços, mas criou um desafio para o controle financeiro.
A princípio, um valor de R$ 30 pode parecer pouco, mas quando somado a outras assinaturas, o impacto anual é considerável.
Imagine que você mantenha dois serviços de vídeo e uma assinatura de aplicativo que raramente acessa.
Se esses valores somam R$ 120 por mês, ao final de um ano, você terá gastado R$ 1.440. Esse dinheiro poderia estar rendendo juros a seu favor em vez de ser um custo sem retorno.
Para ajudar na sua organização, veja como classificar seus gastos na tabela abaixo:
| Categoria de gasto | Tipo de despesa | Exemplo | O que fazer? |
|---|---|---|---|
| Recorrente essencial | Indispensável | Aluguel, saúde, internet | Colocar no débito automático para não esquecer |
| Recorrente opcional | Estilo de vida | Streamings, clubes de lazer | Revisar a cada 3 meses e cancelar o que não usa |
| Não recorrente | Eventual ou urgente | Manutenções e viagens | Usar o saldo reservado para imprevistos |
→ Leia também: Reserva de emergência CLT: valor ideal e melhores opções
Como transformar a economia em patrimônio real
Depois de mapear suas despesas recorrentes e cancelar os serviços que não fazem mais sentido para você, o próximo passo é escolher um destino inteligente para esse valor que "voltou" para o seu bolso.
Deixar esse dinheiro parado na conta corrente não é a melhor escolha, pois ele perde valor com o tempo.
A estratégia mais eficiente é a realocação automática:
1. Identifique a folga no orçamento: se você economizou R$ 200 ao cortar assinaturas, guarde esse valor para o seu futuro
2. Transfira o valor imediatamente: não espere o fim do mês para guardar o que sobrou. Assim que receber seu salário ou benefício, separe a quantia economizada
3. Use a tecnologia a seu favor: utilize ferramentas que automatizam o seu hábito de poupar
→ Leia também: Como o Bmg pode ajudar a organizar sua vida financeira em 2026
Cofrinho Bmg: a ferramenta para organizar seus recursos
Para que o seu planejamento saia do papel, é importante usar as ferramentas corretas. Com o Cofrinho Bmg, o dinheiro que sobrou após a organização das suas contas pode ser guardado de forma simples e com rendimento atrelado à taxa do CDI.
Essa funcionalidade ajuda você a manter o foco nos seus objetivos:
• Organização simples: você pode separar o dinheiro por metas, como viagens, reformas ou reserva financeira
• Rendimento diário: o saldo guardado no Cofrinho rende 100% do CDI desde o primeiro dia útil, o que é muito melhor do que deixar o dinheiro parado na conta ou na poupança
• Resgate a qualquer momento: como as despesas não recorrentes podem surgir de surpresa, você tem a segurança de retirar o valor quando precisar
Ao separar o dinheiro nos cofrinhos, você evita gastos por impulso e garante que suas economias estejam protegidas e valorizadas.
Autonomia e segurança para as suas finanças
Entender a diferença entre os tipos de despesas é o que dá a você o controle sobre o seu dinheiro.
A organização do orçamento não deve ser vista como uma proibição de gastos, mas sim como uma escolha consciente de onde aplicar o seu esforço.
Para conhecer as melhores formas de fazer seu dinheiro render com segurança e proteção, confira as opções de investimento do Bmg e descubra qual produto melhor se adapta ao seu perfil.
Perguntas frequentes sobre organização de despesas
Gastos fixos são aqueles que possuem o mesmo valor todos os meses, como aluguel e financiamento. Despesas recorrentes são aquelas que acontecem periodicamente (como conta de luz ou assinatura de streaming), mas que podem ter valores diferentes a cada mês.
A melhor forma é revisar mensalmente o extrato da sua conta corrente e a fatura do seu cartão de crédito. Procure por nomes de empresas ou aplicativos que você não acessou no último mês e avalie se aquele serviço ainda é necessário.
Sim, com certeza. Através do efeito dos juros sobre juros, pequenos valores guardados com constância se transformam em uma quantia importante no futuro. O segredo da organização financeira é manter a regularidade dos aportes.
Uma dica prática é somar o valor dessas contas (como IPVA ou IPTU) e dividir por doze. Guarde essa pequena parte todos os meses no seu Cofrinho Bmg. Assim, quando a conta chegar, você já terá o valor total disponível sem sustos.
Sim. Os valores aplicados no Cofrinho Bmg são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em até R$ 250 mil por CPF. Isso garante a mesma segurança institucional da poupança, mas com uma rentabilidade superior.