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O Open Banking é seguro?

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O Open Banking ou Open Finance é o novo movimento do mercado financeiro nacional.

A grande vantagem do Open Banking aos clientes bancarizados é poder pegar todas as suas informações de histórico financeiro e levá-las para a instituição financeira que quiser, sem ter que começar um novo relacionamento do zero.

Obviamente esta é uma grande mudança, e entre os temas mais frequentes sobre o assunto, segurança se destaca. 

Afinal, quando falamos em dinheiro e em compartilhamento de dados, queremos que nossos recursos estejam completamente seguros, certo? 

O primeiro ponto que torna o Open Banking um caminho seguro é o fato de que é você que determina quem pode ter acesso a seus dados e por quanto tempo. Somente após a autorização do cliente é que a instituição financeira poderá compartilhar seus dados. 

Além disso, antes mesmo de ser disponibilizado para o cliente, o Open Banking passa pela criação de um sistema em um ambiente seguro para todas as partes envolvidas, instituições e clientes.

Segurança como pré-requisito

 

O próprio Banco Central, órgão regulador do Open Banking, garante a segurança ao exigir que todas as instituições participantes cumpram uma série de requisitos para garantir a autenticidade, a segurança e o sigilo das informações compartilhadas. 

Vale lembrar ainda, que a ativação do Open Banking não significa que os dados financeiros de todos são públicos, mas, que as pessoas têm controle para levá-los para a instituição que desejar, de maneira segura por meio de APIs. 

Qual a experiência do Open Banking fora do país?

 

O Open Banking já é uma realidade na Europa e países como a Inglaterra, por exemplo, criaram várias leis e regras para impedir o mau uso das informações dos clientes – além de formas fáceis de cortar o acesso aos dados quando o cliente não quiser mais utilizar algum serviço ou produto.

Aqui no Brasil o caminho para a evolução do Open Banking ou Open Finance é o mesmo: garantir melhor oferta de produtos e serviços financeiros aos brasileiros, sempre com o cliente no centro dando-lhe oportunidade de escolha sobre quais produtos deseja ou não, e com quais instituições deseja se relacionar ou não.