Recebeu o 13º do INSS? Como usar o consignado para organizar as finanças
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Aprenda a organizar finanças com 13º salário do INSS. Veja como o empréstimo consignado ajuda a quitar dívidas caras e aliviar seu orçamento mensal.
O momento de receber o 13º salário é sempre muito aguardado por aposentados e pensionistas do INSS.
Esse dinheiro traz um alívio para o orçamento e é uma excelente oportunidade para colocar o planejamento em dia. O primeiro pensamento de muitas pessoas é utilizar esse valor para pagar contas pendentes e limpar o orçamento mensal.
No entanto, quando os compromissos financeiros envolvem juros altos, apenas o valor do 13º pode não ser suficiente para quitar o saldo total.
É nesse momento que a estratégia de organizar finanças com o 13º salário aliada ao empréstimo consignado se mostra uma ferramenta inteligente. Trocar débitos caros por parcelas previsíveis traz tranquilidade imediata para o seu dia a dia.
Por que trocar débitos caros pelo empréstimo consignado?
A estratégia de "troca de débitos" é um dos passos mais recomendados por especialistas em educação financeira.
Ela consiste em utilizar uma linha de crédito com taxas menores para quitar um saldo que possui juros elevados.
O rotativo do cartão de crédito e o limite do cheque especial são conhecidos por terem algumas das taxas mais altas do mercado, como é possível ver nos relatórios divulgados regularmente pelo Banco Central do Brasil.
Quando o saldo dessas contas não é quitado integralmente, o valor a ser pago cresce de forma contínua mês a mês, comprometendo cada vez mais a sua renda.
O empréstimo consignado INSS, por outro lado, oferece taxas competitivas. Isso acontece porque o desconto das parcelas é feito diretamente na folha de pagamento do seu benefício, o que representa uma garantia segura para a instituição financeira.
Ao fazer essa substituição, você evita os juros altos e passa a ter parcelas fixas, que cabem no seu planejamento.
→ Leia também: Tudo sobre o INSS 2026: o que muda no benefício e como consultar
Entendendo o Custo Efetivo Total (CET): o verdadeiro valor da operação
Antes de realizar a troca de uma dívida por outra, é importante que você saiba exatamente o que está contratando. Ao analisar uma proposta de consignado, não olhe apenas para a taxa de juros mensal anunciada.
O indicador mais importante é o CET (Custo Efetivo Total). Ele representa, em um percentual anual, a soma de todos os encargos da operação. Isso inclui os juros, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), seguros e possíveis tarifas administrativas.
É o CET que permite que você compare de forma justa diferentes propostas e entenda o custo real da sua organização financeira. Instituições sérias apresentam o CET de forma clara antes da assinatura de qualquer contrato.
Cenário prático: como organizar finanças com 13º salário
Para tornar essa estratégia mais clara, vamos a uma simulação simples de planejamento, usando valores como exemplo para ilustrar o conceito.
O cenário antes da organização
Imagine que você possua um saldo aberto no rotativo do cartão de crédito. Se você pagar apenas um valor parcial, o restante sofrerá a incidência de juros altos, o que torna difícil prever em quantos meses você conseguirá quitar essa conta, gerando insegurança mensal.
O cenário após o planejamento
Agora, imagine que você recebeu R$ 1,5 mil do seu 13º salário.
A estratégia funciona da seguinte forma:
1. Uso do 13º: você utiliza os R$ 1,5 mil para pagar uma boa parte do saldo do seu cartão de crédito.
2. Uso do consignado: para o valor que restou no cartão, você contrata um empréstimo consignado. Como o valor a ser contratado agora é menor (pois você já pagou uma parte com o 13º), o impacto das parcelas no seu benefício será reduzido.
O resultado é que você liquida a conta do cartão (que tinha juros imprevisíveis) e passa a ter uma parcela fixa do consignado, descontada em folha, com taxas atrativas. O seu orçamento mensal volta a ter previsibilidade.
→ Leia também: Como funciona a aposentadoria especial do INSS em 2026?
O primeiro passo: o desbloqueio no Meu INSS
Hoje em dia, a contratação de crédito é um processo muito prático, realizado pelo celular.
No entanto, antes de buscar o banco, existe uma etapa fundamental que depende apenas de você.
Para a sua segurança, o governo federal estabelece que todo benefício do INSS nasce "bloqueado" para empréstimos. Isso impede que qualquer pessoa contrate algo em seu nome sem a sua permissão. Portanto, para que o banco consiga analisar a sua proposta, você precisa primeiro "abrir a porta".
Esse processo é chamado de desbloqueio do benefício e deve ser feito por você através do site ou do aplicativo oficial "Meu INSS".
O sistema solicitará que você acesse com sua senha do gov.br e, em muitos casos, pedirá uma biometria facial (uma foto do seu rosto tirada na hora pelo celular) para confirmar que é realmente você quem está autorizando. Somente após esse desbloqueio o banco poderá prosseguir com o seu atendimento.
Além disso, também é necessário confirmar a operação após solicitar o crédito – processo chamado de “anuência”.
→ Leia também: Consignado INSS em 2026: entenda o que muda na contratação
Passo a passo para simular e contratar pelo celular
Com o seu benefício já desbloqueado no Meu INSS, o caminho para conhecer as suas opções no Banco Bmg é um processo 100% digital, criado para ser simples e intuitivo.
1. Acesse os canais oficiais: você pode iniciar o processo através do site oficial do Bmg ou pelo nosso aplicativo no seu celular.
2. Preencha seus dados: o sistema solicitará informações básicas de contato e os dados do seu benefício para iniciar a análise.
3. Avalie a simulação: a tela mostrará a proposta, incluindo o valor estimado da parcela, o prazo e outros detalhes. Analise com calma se a parcela se encaixa de forma confortável no seu orçamento mensal.
4. Siga as instruções para assinatura: se a proposta estiver adequada aos seus planos, basta seguir os comandos na tela para formalizar o contrato, tudo de forma digital e segura.
Se preferir, faça a simulação a seguir:
O planejamento financeiro como base para decisões seguras
Organizar as finanças exige atenção e escolhas bem informadas. A combinação do 13º salário com as características do crédito consignado é uma alternativa que permite trocar compromissos financeiros de custo elevado por parcelas previsíveis e alinhadas à sua capacidade de pagamento.
Entender as regras, o funcionamento do CET e manter seus acessos digitais em ordem são os passos para uma gestão tranquila do seu orçamento.
Se essa estratégia faz sentido para o seu momento, você pode conhecer as condições oferecidas acessando a página do empréstimo consignado do Bmg.
Perguntas frequentes sobre 13º salário e consignado
A forma mais estratégica é listar todos os seus compromissos e direcionar o valor do 13º salário para quitar primeiramente aqueles que possuem as maiores taxas de juros mensais, como o cartão de crédito ou o cheque especial.
Geralmente, sim. O empréstimo consignado apresenta taxas significativamente menores em comparação aos juros do crédito rotativo do cartão. Ao fazer essa troca, você congela o crescimento do saldo devedor e passa a pagar parcelas fixas.
Acesse sempre o site oficial ou o aplicativo verificado do banco escolhido. Desconfie de links recebidos por mensagens de números desconhecidos e nunca realize nenhum tipo de depósito ou pagamento antecipado para que o seu contrato seja analisado.
Não é necessário. Todo o processo, desde a simulação até a assinatura do contrato, pode ser realizado de forma digital através do site ou aplicativo do Bmg, proporcionando comodidade e segurança sem precisar sair de casa.
O motivo mais comum é o benefício estar bloqueado para empréstimos no sistema do governo. É necessário que você acesse o aplicativo Meu INSS e realize o procedimento de desbloqueio e anuência para que a instituição financeira possa dar andamento à sua solicitação.